Lojas virtuais crescem em ritmo acelerado

Com vantagens de manutenção, baixo custo operacional, os empreendimentos virtuais crescem vertiginosamente. Mas é preciso planejamento e estar preparado para este novo tipo de negócio.

Para manter uma loja virtual é necessário se preocupar com inúmeras variantes. Uma delas é a linguagem deste novo mercado. Para manter uma loja virtual, é preciso que a navegação para o cliente seja simples, confortável, e essas características vão depender do software de gestão ERP que você escolher. Escolher uma boa plataforma integrada, de modo que seus produtos sejam expostos com segurança, que possibilite comparação de produtos, cálculo de fretes, relatórios de vendas, se necessário, customização das cores da sua identidade visual gráfica, integração com o Google Analytics, zoom de imagem e perspectivas do produto, sistema de pagamento seguro com analise de risco, e a questão de logística.

Existem várias empresas – shopping virtual – que são integrados com sistemas ERP, a loja virtual no Shopping Rakuten, tem integração com o Sistema Millennium, que permite estar presente na loja virtual controlando o estoque para loja física e virtual simultaneamente, geração automática de pedidos de vendas e faturamento e muitos outros benefícios. Se lhe interessar, obtenha mais informações no nosso site, ou entre em contato com a Priscila no email priscila.siqueira@millennium.com.br, ou Patrícia Tancredi patrícia.tancredi@millennium.com.br

 

Pedro Ferreira / Marketing Corporativo – Millennium Network

Salão Moda Brasil 2012: Millennium apresenta Fashion PLM e catálogo virtual para iPad

Aside


App Fashion já está disponível para tablets Apple, e em breve para iPhone, aplicativo traz economia na impressão de catálogos de papel a cada nova coleção. Durante feira, a Millennium expõe o primeiro PLM, ferramenta para a gestão do ciclo de vida do produto, voltado para a indústria da moda

A Millennium Network, desenvolvedora com 18 anos de experiência em fornecimento de tecnologia ERP para a indústria e varejo no segmento de vestuário, apresentará seus lançamentos durante o Salão Moda Brasil deste ano, um dos maiores eventos de negócios da moda do país. Durante a feira, a Millennium estará no stand número 730, e irá demonstrar o App Fashion e o Fashion PLM (Product Lifecycle Management).

O App Fashion é um aplicativo para iPads, desenvolvido em parceria com a Zero Um, com a finalidade de agilizar a divulgação de novas coleções e produtos. Ele funciona como um catálogo virtual, que reúne diversas funções: lançamentos, e-Commerce (integração com Loja Virtual), vitrine digital (é possível ver fotos em alta qualidade com detalhes dos produtos e manter ligação direta com as redes sociais, podendo curtir e compartilhar uma roupa ou um acessório), lista de desejos (listar os produtos favoritos em pastas acessíveis), entre outros.

Com foco no ciclo de vida do produto, o Fashion PLM é uma solução online (SaaS – Software As A Service), que gerencia e acompanhar determinado produto desde a sua criação até a geração de ficha técnica para a produção. Uma de suas maiores vantagens é que esse serviço pode ser acessado pelas empresas de qualquer lugar, pois a solução fica disponível virtualmente, sem custo de infraestrutura e manutenção, e protegida por senhas e acesso restrito aos profissionais envolvidos nos processos.

O evento será realizado entre os dias 3 e 5 de junho, no Expo Center Norte, nos Pavilhões Verde e Branco, em São Paulo, e contará com mais de 500 grifes. Mais de 15 clientes da Millennium também estarão por lá, entre eles, Hope Lingerie, K.Hage Confecções e Thais Gusmão Underwear e Cia. Palestras, desfiles e exposições relacionadas ao segmento de moda íntima, fitness, praia, feminino e masculino em geral integram a programação. Para informações sobre credenciamento e outros detalhes, visite o site http://www.salaomodabrasil.com.br.


Na Medida Certa – Gradação de medidas: Norma ou Lei?

Desde o início da discussão sobre a padronização do tamanho das roupas – o que remete ao ano de 1968, quando a ISO (International Organization for Standardization) fez a primeira abordagem sobre o assunto na Suécia – muitos países ainda lutam por um consenso no padrão de medidas. Nesta situação, também se encontra o Brasil.

Aqui, os trabalhos nesta área foram inaugurados pelo Comitê Brasileiro de Têxteis da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e posteriormente assumidos pela Abravest – Associação Brasileira da Indústria do Vestuário, por meio de seu Departamento de Tecnologia, que tomou a dianteira após convite formal do DNPDC – Departamento Nacional de Proteção e Defesa do Consumidor.

Para estabelecer seus alicerces, o projeto, que em seguida tornou-se a norma NBR 13377, fundamentou-se na opinião de entidades de vários segmentos de moda, empresas de comércio relacionadas ao ramo, técnicos industriais e consumidores finais.

Os estudos levaram três anos para serem concluídos e resultaram na aprovação da NBR 13377 de medidas do corpo humano para vestuário, aceitas como padrões referenciais em maio de 1995.

Definições

A padronização refere-se a medidas do corpo e não da roupa propriamente dita, que pode variar de acordo com estilos e modelos. Portanto, trata-se essencialmente de um estudo antropométrico aplicado ao vestuário.

Levando-se em conta que as tendências de moda variam muito, inclusive alterando comprimentos e larguras, convencionou-se indicar apenas as medidas primárias. Entre elas, estão: contorno de pescoço; contorno de tórax ou busto; contorno da cintura; altura de corpo; e comprimento de pernas/entrepernas.

A indicação numérica ou alfabética adotada para designar o tamanho de corpo que se deseja vestir deverá constar na etiqueta de tamanho.

Para evitar qualquer interferência no trabalho de criação, aprovou-se o uso de uma medida referencial primária para cada modelo ou tipo de produto, importante para o fit desejado da peça pelo estilista. O intuito é garantir uma melhor adaptação do modelo ao corpo do consumidor.

Neste contexto, surge uma pertinente pergunta por parte das empresas fabricantes e/ou comerciais: sendo essas normas voluntárias e não regulamento técnico, haverá multa em caso de descumprimento?

Em virtude de a norma não ter força de lei, não haverá multa pelo INMETRO. Porém, se o consumidor procurar o PROCON para queixar-se das medidas de uma roupa, considerando que as medidas sejam inferiores ou superiores ao tamanho indicado na etiqueta, o fornecedor será chamado à responsabilidade por práticas abusivas e por estar em desacordo com as normas vigentes (seção V- artigo 39 – inciso VIII do Código de Proteção e Defesa do Consumidor).

Fica claro, portanto, que havendo uma norma técnica para um produto, validada por um órgão oficial, mesmo não sendo regulamento técnico, é obrigatória a conformidade deste produto com os requisitos da norma.

Avaliação

Em tempos de comércio eletrônico alavancando vendas, consumidores bem informados e exigentes quanto a seus direitos, somados à força excepcional do compartilhamento de informações globalmente via web, um consumidor insatisfeito com a aquisição de seu produto, questionando a fidelidade à sua marca por sentir-se prejudicado na comparação de preços e qualidade, pode ser decisivo para o seu negócio e colocar a perder todo seu esforço de marketing (leia-se investimento) em um clique.

Assim sendo, cada vez mais empresas comerciais exigirão de seus fornecedores o cumprimento da norma NBR13377, incluindo, além do estilo do seu portfólio e qualidade, a conformidade com os padrões de medidas em suas aprovações e escolha de produtos.

Adicione a essa questão as mudanças climáticas, o cenário econômico mundial e as preocupações éticas quanto a rede de fornecimento– o empresário de moda enfrenta hoje um complexo ambiente que exige movimento rápido e dinâmico.

Do lado da oferta, o mercado de trabalho sofre o aperto da alta dos salários e a elevação dos preços das matérias-primas.Do lado da procura, os consumidores querem mudanças rápidas a cada temporada e esperam renovação constante durante o período regular da estação. Isso exige do varejista ótimo desempenho ao oferecer um fluxo de produtos com alto valor agregado em informação de tendências e qualidade.

O resultado? Uma matrizde fornecimento complexo, em que se procura obter o melhor de todos os mundos para maximizar a margem bruta, manter a flexibilidade e criar uma oferta diferenciada para o cliente.

O desafio? Criar uma cadeia de suprimentos ágil e de custo equilibrado sem comprometer a eficiência, a rapidez e a transparência em todo o processo de desenvolvimento e produção.

Não é incomum que se tenha hoje mais de vinte caminhos críticos em execução simultânea, em uma tentativa de atender a uma mistura de estações, gamas de produtos e ciclos de vida de novos desenvolvimentos, comumente gerenciados em planilhas arcaicas e ineficientes, que são concebidas isoladamente em cada departamento.

A solução da equação

Para estabelecer uma conexão efetiva na cadeia produtiva, tornou-se vital introduzir um novo conceito de gestão, que permita criar, compartilhar e interagir numa colaboração mútua entre parceiros. O PLM (Product Lifecycle Management) otimiza esse processo e se revela como a ferramenta que vem alavancando o processo de renovação na indústria da moda, globalmente utilizada pelos melhores players do mercado.

O consenso geral afirma que o PLM é o sistema que garante uma versão única da verdade na definição de um produto: o visual, as cores, os materiais, os detalhes, as especificações de medidas e de construção que irão proporcionar o resultado esperado, mantendo-se fiel ao projeto de design e em conformidade com os padrões estabelecidos.

Envolver o time de design e compras com fornecedores estratégicos desde o primeiro estágio do processo de desenvolvimento assegura que as amostras encontrem um maior acerto com as intenções comerciais e de estilo, e que possam ser produzidas ao custo e volume corretos e no menor espaço de tempo. É o Speed-to-Market acelerando oportunidades de negócio.

Evangelina Cardozo é consultora de PLM na Millennium Network (SP), formada em Estilismo na ESMOD e Administração de Empresas na FGV

Salão Moda Brasil abre temporada de moda e negócios de São Paulo

O Brasil se destaca no mercado global como segundo maior empregador da indústria de transformação, ficando atrás apenas para indústria de alimentos e bebidas. É o quarto maior parque produtivo de confecção e o quinto maior produtor têxtil do mundo. Na produção de denim  aparece como segundo maior produtor e terceiro consumidor do mundo.

Com estes números o segmento da moda no país se mostra pujante e preparado para enfrentar a crise. Em São Paulo grifes de todo o país receberão compradores nacionais e internacionais, que irão movimentar o mercado para os próximos seis meses.

O Salão Moda Brasil acontece entre os dias 3 e 5 de junho e reunirá 500 grifes distribuídas em 420 stands no maior evento de negócios da moda no país. Na ultima edição do evento foram gerados R$ 710 milhões em negócios.  Segundo Ana Flôres, diretora da New Stage Eventos, realizadora do Salão Moda Brasil O Brasil é referência mundial em design de moda praia, jeanswear  e homewear, tendo crescido também os segmentos de fitness e lingerie. Reunimos no Salão Moda Brasil os melhores fabricantes destes segmentos – além do masculino, feminino, insumos e aviamentos”, reforça Ana Flôres.

O evento também apresentará palestras e desfiles em programação paralela, exposições conceituais e oferecerá uma agenda para visitantes com informações do mercado da moda. A Millennium Network com presença no mercado há 18 anos estará presente demonstrando softwares e soluções em ERP para o setor.

Dados da ABIT/2011 e Salão Moda Brasil – www.salaomodabrasil.com

Salão Moda Brasil 03 a 05 de Junho das 12h00min as 20h00min.

Expo Center Norte – Pavilhão Verde e Pavilhão Branco

Pedro Ferreira / Marketing Corporativo – Millennium Network

Millennium Day 1ª Edição

Foi realizada no ultimo dia 16 de maio a 1ª edição do Millennium Day. O encontro permitiu trocar conhecimentos, subsidiar os clientes, parceiros e canais de venda, com informações dos novos produtos da empresa.

Dando início as atividades do dia, Fábio Silva – diretor de Implantação e Suporte inaugurou o Auditório, homenageando o colaborador da empresa Manoel de Macedo Ferreira.

Em seguida Sandro Silva – diretor administrativo destacou a criação da Universidade Corporativa Millennium– UNICOM , fruto do planejamento estratégico de 2011, como centro de excelência em formação continuada, capacitação e treinamento dos usuários dos sistemas e soluções Millennium. A grade de cursos  abrange temas inerentes ao cotidiano das empresas, com corpo docente formado por destacados professores, profissionais, e executivos com larga experiência no campo empresarial e corporativo. Apresentou as diretrizes da empresa para o biênio 2012-2013,  as novas instalações da sede no Centro Empresarial Água Branca – CEAB, e as metas dos planos de marketing e endomarketing.

 

Rodrigo Motono – diretor comercial apresentou ao público presente, clientes e parceiros as novas ferramentas e inovações tecnológicas do software Mais ERP, destinado à micro e pequenas empresas, como solução ideal para pequenos negócios: loja de materiais de construção, autopeças, lojas de conveniência, brinquedos, relojoarias, papelarias, perfumarias, cosméticos, bolsas, bijuterias e acessórios, e informática.  O software é aplicável nas diversas etapas dos processos produtivos comerciais e financeiros, e apresenta funções com preço justo e competitivo.

Em parceria com a World Fashion Exchange, empresa com presença global de softwares para indústria da moda, foi apresentado o Millennium Fashion PLM. O novo produto apresenta um conjunto de soluções e inovações nos conceitos e ferramentas para gerenciamento do ciclo de vida de produtos nas áreas da moda, vestuário e confeções e acessórios.

Eficiente para gerir fases do ciclo de vida das novas coleções, desde a concepção até o lançamento no PDV, o software possibilita envolver toda equipe de designers, estilistas, produtores, fornecedores diretos e indiretos, ao mesmo tempo em que administra agenda e tarefas: cartela de cores, croquis, fotos, desenhos e especificações técnicas.

Baseada em plataforma centralizada tem o diferencial de sistematizar as atribuições de responsabilidades da equipe de acordo com o grau de complexidade e envolvimento de cada um na cadeia criativa, com mudanças de status registradas, rastreadas e visualizadas em tempo real, permite o gerenciamento com precisão cada fase do ciclo de vida da nova coleção, tarefas e prazos – deadlines, e desse modo assegura informações antecipadas de eventuais atrasos das etapas de trabalho, e ações corretivas no desenvolvimento da coleção. Todas as informações são armazenadas no banco de dados para futuras coleções e/ou produtos das empresas.

O AppFashion foi desenvolvido em parceria com a Zero Um. Trata-se de um aplicativo móvel para marca e produtos, que permite criar e gerir conteúdos de modo fácil e rápido. O Aplicativo permite a criação personalizada de maneira rápida e descomplicada, que você pode atualizar instantaneamente a qualquer momento, quantas vezes você quiser.  A Millennium Network se responsabiliza por todos os procedimentos técnicos necessários para aprovação do aplicativo junto a Apple, e posterior inserção na App Store.

O produto permite inserir fotos em alta qualidade com descrição de looks da coleção, organização de subcoleções ou eixos temáticos, descrição de detalhes, informações individuais de peças que deseja destacar, e permite também compartilhamento nas redes sociais facebook, twitter, youtube.

Outra funcionalidade interessante do aplicativo é a ferramenta de georreferenciamento que informa os endereços das lojas para o consumidor visualizadas no Google Maps. O Push Notification é outra funcionalidade que permite a comunicação direta com os clientes e informa o numero de downloads e acessos do aplicativo, e futuramente o aplicativo será integrado com o Mais ERP, que deverá facilitar ainda mais a gestão da loja virtual nos Ipads e tablets.

Gustavo HispagnolGustavo Hispagnol diretor de desenvolvimento demonstrou aos empresários um flash das novas ferramentas que deverão ser incorporadas no software Millennium Businnes versão 5, que em breve deverá ser disponibilizada aos clientes e ao mercado.

Confira as fotos da 1ª Edição do Millennium Day.

Pedro Ferreira / Marketing Corporativo – Millennium Network

Aplicativos – Você ainda vai ter um

AppFashion para Confecções e Lojistas

O setor de aplicativos em geral é um dos que mais crescem, atingindo a marca de 25 bilhões de downloads só na App Store (Loja de aplicativos Apple). A profusão de aplicativos impressiona não só pela quantidade numérica, tanto quanto pelo universo de segmentos alcançados por estas ferramentas, conforme dados publicados na revista Isto É edição 2213.

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No mundo da moda, confecções, vestuário e varejo em geral, o uso desta ferramenta, ainda é pouco explorado, talvez pela falta conhecimento das empresas, ou falta de esclarecimentos acerca do potencial dos aplicativos associados à marca e produto, alinhados as estratégias de marketing integrando site – aplicativo – e-commerce e força de vendas, entrevistamos – por email – Sonia Gallo, que atua no mercado há 15 anos no ramo de internet e plataformas móveis.

Millennium Network – O que é aplicativo e quais são as possibilidades dele no segmento da moda, vestuário e confecções?

Sonia Gallo – O aplicativo é um sistema que pode fazer o que a sua imaginação quiser. No caso do AppFashion pensei em criar um catálogo de produtos altamente integrado com a marca do cliente junto com as funcionalidades que um dispositivo móvel disponibiliza. Em um segmento móvel você estará mais perto do seu cliente, oferecendo seu produtos, lojas, tendências e contato direto . 

Millennium Network - Em linhas gerais como funciona esta inovação tecnológica?

Sonia Gallo - Por meio de uma ferramenta você poderá gerenciar um aplicativo móvel que irá disponibilizar seus produtos e contatos diretamente no gadget do cliente. Este catálogo móvel integrado com as suas iniciativas de marketing gera possibilidades enormes e inimagináveis de geração de novos negócios e fortalecimento da marca, já estamos com clientes se utilizando desta plataforma com seus respectivos aplicativos.

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Millennium Network – Existe algum aplicativo próprio para o segmento da moda e/ou vestuário?

Sonia Gallo – Pelas minhas pesquisas durante o amadurecimento deste produto, vi isso apenas no exterior. No Brasil ainda não vi nenhum produto tão específico que atenda tão bem às necessidades do mercado de confecção e vestuário. No caso do AppFashion você inclusive tem acesso à relatórios com as informações de downloads e acessos ao aplicativo.

Millennium Network – Quais são as vantagens de obter um aplicativo?

Sonia Gallo – As vantagens são enormes. Desde o catálogo atualizado dos produtos, conhecimento e acesso as lojas e multimarcas que estão perto do seu cliente para adquirir o produto. Outra vantagem é contato direto do cliente com a sua marca por meio das redes sociais, e-commerce, vídeos e mesmo e-mail e telefone, assim  como contato da marca com o cliente pelo PUSH Notification (Notificações Enviadas do Aplicativo ao usuário final)

Millennium Network – Quais são os passos para colocar no ar um aplicativo?

Sonia Gallo – Primeiro precisamos entender a identidade da marca, fechar um aplicativo teste e enviar para o responsável aprovar. No caso de aplicativos da Apple, passa pelo crivo da Apple. No caso de Android, passa por outra regulamentação em que nosso time altamente capacitado já sabe como fazer.

Millennium Network - Diante desta cifra de downloads imensa, qual a sua leitura sobre o mercado de app´s ? Não há o risco de saturação desta ferramenta?

Sonia Gallo – Como qualquer mercado existe uma saturação sim, quem não se lembra do caso do VHS X DVD X Cinema? Porém ambos continuam presentes no mercado até hoje. Existirá uma saturação sim, mas ainda estamos longe desse acontecimento, mesmo porque o mercado no Brasil ainda é incipiente em relação a esta tecnologia. Praticamente este mercado de aplicativos no Brasil é inexplorado e ainda temos muito que amadurecer, ainda mais com aplicativos verticais que atendam as necessidades dos empresários deste setor como é o caso do AppFashion.

Sonia Gallo atua desde 1998 na área de Tecnologia e Gestão de Projetos, em soluções Web, para grandes empresas e desde 2001 como analista de sistemas. Atualmente é coordenadora de projetos, gerenciando equipes de TI mediante necessidades de negócios, definindo e monitorando escopo de sistemas e projetos, cronogramas e técnicas de implantação, controle de qualidade das soluções propostas, análise de riscos, custos x benefícios e várias outras frentes de trabalho, sob as práticas do PMI e ITIL – e mais recentemente SCRUM e Kanban – sempre utilizando a tecnologia para melhor atender   os projetos com eficiência e excelência de resultados. 

Para conhecer mais sobre o AppFashion, clique aqui.

Pedro Ferreira / Marketing Corporativo – Millennium Network

Loja Virtual

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Se você é comerciante e ainda não vende seus produtos ou serviços pela internet, fique atento, essa pode ser uma boa oportunidade para você. Em poucos anos a web será o principal ambiente para a realização de compras e quem não estiver preparado, vai perder a oportunidade de expandir ou até mesmo manter as vendas.

O IBOPE identificou conforme pesquisa de 2011 que o crescimento das compras pela internet ocorre num ritmo de 30% ao ano.  Quem mais utiliza este modelo de compra são as classes A e B – não poderia ser diferente, pois são as classes que possuem acesso à internet, banda larga, tablets, smartphones etc.

Com a popularização da banda larga, tornando os preços mais acessíveis e considerando também o crescimento da massa salarial, a classe C vai ao paraíso das compras, e já é responsável por 23% de compras on line, segundo dados da Target Group Index – por meio do estudo realizado no período de fevereiro de 2010 a janeiro de 2011.

A primeira onda deste modelo de negócio aconteceu com Submarino, Lojas Americanas, e outros grupos corporativos gigantes no EUA. Com a crise na Comunidade Europeia e o crescimento da economia brasileira, outras empresas de comércio virtual estão chegando ao país. A primeira vista este tipo de negócio é deslumbrante, mas como em todo tipo de empreendimento é necessário planejamento e saber o tamanho das pernas para não sofrer reveses no meio do caminho.

Outra questão é saber o tamanho do investimento para operar neste tipo de negócio. Você pode começar fazendo uma pesquisa no Google “como abrir minha loja virtual” e ali escolher um dos 2 milhões de indicações e possibilidades. Começar um negócio na internet requer muito mais atenção.

Primeiro você precisa saber o que é necessário para se habilitar junto a um canal, antes, porém saber com precisão como se comportará essa relação com a sua loja física, não por conta da “concorrência”, pois quem frequenta a loja, não deixará de frequentá-la pelo fato de poder encontrar os produtos na internet. Cases de empresas pioneiras nesse mercado virtual, indicam que ao contrário, pelo fato dos clientes acessarem a loja na internet houve um crescimento substancial das vendas somado as vendas das lojas físicas e virtuais. O que de fato você precisa saber é com respeito ao comportamento do seu estoque. Pois pense que potencialmente sua loja virtual estará disponível para 25 milhões de usuários da rede de internet. Precisa saber também que este usuário é formador de opinião e suas decisões de compra, não são apenas pelo preço. Comodidade de compra, entrega no prazo estabelecido, rastreamento do produto até a chegada à porta do cliente. Estas são algumas preocupações, que significa dizer: Você deve se ocupar de equacionar estas questões antes de iniciar suas operações.

O segundo passo é como incrementar suas ofertas, que poderá ser pelo Google Adwords que lhe oferece relatórios analíticos de quantos cliques seu site recebeu, mas daí a se tornar venda realizada vai uma longa distância, pois em média a cada (1.000) mil visitas no seu site, somente dez pessoas realizam a compra. Para atrair essas 1.000 pessoas – tomando, por exemplo, o buscador do Google, você gastará em média R$ 500,00 sem garantia de venda. E mesmo assim, mesmo que vendendo, serão 10 pedidos/dia. Então é bom equacionar qual será a melhor opção. Ter o seu próprio site, ou se utilizar de uma plataforma do tipo shopping virtual?

Depois de equacionada esta questão você deve se planejar para que o seu sistema e-commerce esteja integrado com as formas de pagamento mais utilizadas na internet, e levar em conta que este serviço é contratado com operadoras que levam em média 45 dias para liberação do dinheiro, ou então contratar ferramentas intermediárias – denominadas gateways – que cobram em média 6% por transação e + 2% para compras a prazo.  Além disso, a preocupação com as fraudes de operações em lojas virtuais, pois apenas com o numero de cartão de crédito de outra pessoa é possível realizar a fraude. Quando esse tipo de fraude ocorre na loja física você pode recorrer ao banco ou a operadora. Na internet quem paga pela fraude é o lojista.

Outro fator de risco no e-commerce é a logística. Para tanto é necessário você manter um estoque com margem de segurança para atender a potencial demanda. Esse é um dos requisitos primordiais nesse formato de comércio. Há pouco tempo atrás empresas gigantes do setor, foram chamadas pelo Ministério Público por conta de reclamações de consumidores, que não estavam recebendo os produtos comprados via internet dentro do prazo. O código brasileiro do consumidor é rigoroso, e considerado um dos mais avançados do mundo. Então é necessário planejar com acuidade e rigor estes fatores. No próximo artigo vou abordar as empresas Shopping Virtuais para subsidiar a analise de vocês interessados em vender na internet.

Pedro Ferreira / Marketing Corporativo – Millennium Network